janeiro 30, 2012

Ajustes de contas

Há por aí gente daquela que até temos medo de encontrar, tamanha é a vontade de lhes espetar umas galhetas bem aviadas.
Mas, depois, se e quando inadvertidamente nos cruzamos (porque o Porto é uma bolota e Portugal um ovo) e lhes vemos os olhos e os ombros curvados sob um peso incomensurável, percebemos que não há maior estalada do que terem de viver consigo próprios todos os momentos da sua triste existência.
E percebemos que os ajustes de contas fá-los a vida.

8 comentários:

  1. Vou mandar isto a toda a malta que não gramo... ou melhor, deixo que a vida lhes "leve" isto.

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  2. A Ana faz-me por vezes lembrar a Mónica, a tal do Cebolinha e o Cascão.
    Estou mesmo a ve-lá com o boneco de trapo na mão a cascar na malta lá da rua...heheheheh

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  3. heheheheh!!! Sou um bocadinho, sou. Não me fico é na minha rua e os estaladões são pouco físicos; mais de resto (como dizia o outro), é mais ou menos a mesma coisa. :))

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  4. ...inda bem que moro longe... ehhhheheh

    Contudo.... sinto de vez em quando uma certa ventania
    a assobiar-me às orelhas, e penso com os meus botões-
    Quem será? Quem estará na agonia
    de passar pelos buracos das agulhas
    enfiando-se em casa
    para escapar ao fio castigador,
    que mesmo aqui tão longe lhe sinto o medo
    marinheiro
    de enfrentar o cabo do Adamastor?

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    Respostas
    1. O cabo do Adamastor?! Credo! Chama o Nelo!

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  5. O Nelo agradece: A Ana fala em espetador...(aquele que espeta, num é???)

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